Andressa Suíta faz aula de spinning; veja cinco mitos e verdades da modalidade
Até mesmo no final de semana do feriado, Andressa Suíta não deixou de treinar. Em suas redes sociais, ela publicou que fez uma aula de spinning, em Goiânia. Mas, você conhece essa modalidade e seus benefícios? Desvendamos cinco mitos e verdades sobre a prática.
A influenciadora fez questão de mostrar que não estava sozinha no treino, publicando uma foto também ao lado de um grupo de amigas após o treino.
Spinning: 5 mitos e verdades que você precisa conhecer
Spinning trabalha apenas as pernas
Embora o movimento de pedalar tenha foco importante nos membros inferiores, o spinning ativa diferentes grupos musculares ao longo da aula.
Quadríceps, posterior de coxa, glúteos e panturrilhas estão entre os mais exigidos, especialmente nos momentos de subida e aumento de carga.
Mas o trabalho não para por aí. O abdômen e a região lombar também são constantemente ativados para garantir estabilidade e postura durante os movimentos, enquanto braços e ombros participam do suporte do corpo na bike.
“Dependendo da intensidade e da condução da aula, existe um trabalho muscular bastante completo. A resistência da bike ajuda no fortalecimento dos membros inferiores, enquanto o core é muito acionado para manter equilíbrio e consciência corporal”, explica Will Astolfo, professor da Spin’n Soul.
Sentir as coxas queimando no spinning é normal?
Spinning ajuda na definição muscular
Verdade
Por combinar esforço cardiovascular com resistência muscular, a modalidade pode contribuir para tonificação e definição, principalmente de pernas e glúteos.
O aumento da carga durante a pedalada funciona como um estímulo de força, favorecendo o fortalecimento muscular ao longo do tempo.
Segundo Will, a prática regular também ajuda na resistência física e no condicionamento geral do corpo. “É um exercício que exige bastante da musculatura de forma dinâmica, principalmente quando existem variações de ritmo, subidas e permanência fora do selim.”
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Spinning é só para quem já está em forma
Apesar da intensidade associada às aulas, o spinning pode ser adaptado para diferentes níveis de condicionamento físico.
Segundo Will, a modalidade permite que cada aluno encontre seu próprio ritmo, ajustando carga, velocidade e resistência de acordo com suas limitações e objetivos.
“A grande vantagem do spinning é justamente a possibilidade de personalização. Não existe uma obrigação de acompanhar o ritmo da turma o tempo todo. Cada pessoa vive a experiência no seu tempo”, explica.
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A modalidade faz mal para os joelhos
Esse talvez seja um dos receios mais comuns entre iniciantes, mas o spinning é considerado uma atividade de baixo impacto, especialmente quando comparado a exercícios como corrida.
O problema, segundo Astolfo, costuma estar relacionado à execução incorreta. “Ajuste inadequado da bicicleta, postura errada e excesso de carga podem gerar desconfortos. Por isso, a orientação dos professores e a regulagem correta da bike são fundamentais.”
Como funciona uma aula de spinning?
Spinning também ajuda na saúde mental
Verdade
Se antes o foco estava apenas no físico, hoje muitas pessoas procuram exercícios que também promovam bem-estar emocional. E é justamente aí que o spinning ganha uma nova leitura.
“A música, a respiração e o movimento criam um momento de pausa mental. Muitas pessoas chegam estressadas e saem com a sensação de terem desligado do mundo por alguns minutos”, afirma Astolfo.
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Matéria produzida com curadoria editorial assistida por IA, a partir de pauta de boaforma.abril.com.br.